Em apenas um ano de mandato a JSD Oeiras, com o apoio incondicional do PSD Oeiras, tem vindo a mudar Oeiras. Somos, indiscutivelmente, a concelhia que mais trabalho apresenta, marcando o ritmo nos órgãos autárquicos. Aliás, as nossas propostas, pela sua matriz inovadora, suscitam sempre debates quentes, marcando a agenda com soluções que realmente interessam aos jovens e não com propostas inócuas e inconsequentes como vimos outros partidos, e em especial o Partido Socialista, fazer de forma reiterada.
Dirigimos as seguintes propostas à Câmara Municipal:
- Criação de hortas urbanas (estão já em curso 2 projetos-piloto);
- Implementação de um sistema de reutilização de manuais escolares (a funcionar já nas bibliotecas municipais);
- Criação do Programa Aconchego para fornecer residência aos estudantes em casa de idosos (em análise);
- Criação do Programa de Formação Qualificante destinado a incentivar estágios profissionais (em análise);
- Criação do Orçamento Participativo (já a funcionar);
- Criação do Programa Nova Esperança destinado a apoiar estudantes universitários carenciados (em análise);
- Criação de torneio de futebol inter-escolas (já efetuado).
Estas são apenas algumas das propostas que preparámos, tendo muitas outras à espera do momento adequado para as levar aos órgãos autárquicos.
Na Assembleia Municipal de dia 30 de abril fomos duramente criticados por apresentarmos uma proposta que visa a criação de estágios profissionais. Foi interessante ver os partidos que clamam por políticas de crescimento e emprego votar contra a nossa proposta. Julgo que os jovens, especialmente os que estão desempregados, não vejam com bons olhos esta atitude de duplicidade que é dizer uma coisa e fazer outra.
A JSD Oeiras tem sido consistente na apresentação de propostas que configuram uma alteração do paradigma governativo.
Hoje, a ação política deixou de passar sobretudo pelas obras materiais para se centrar na atribuição de maior protagonismo aos cidadãos na gestão dos assuntos públicos e pelo reforço do escrutínio às políticas públicas locais.
Daí decorrem boa parte das nossas propostas, aproveitadas oportunamente pela Câmara Municipal. Para nós não se trata de fazer uma “cedência” aos “ventos de mudança” como alguns entendem estas alterações, mas uma nova forma de fazer política com os cidadãos e não apenas para os cidadãos.
Os cidadãos são parceiros fiáveis e interessados na gestão dos negócios públicos. Sabem, melhor que ninguém, o que querem, não apenas em termos individuais mas como coletivo.
Por isso, apesar dos muitos ataques sofridos, não arredamos pé das nossas convicções. Chegou o tempo dos cidadãos. Poderemos dizer com orgulho que foi a JSD Oeiras, com um fortíssimo apoio do PSD Oeiras, quem, mais uma vez, esteve à frente dos outros partidos, liderando esse movimento de abertura à sociedade.
Logo, se para alguns os sinais do presente podem ser aproveitados para continuar a fazer a política do passado com novos instrumentos, para nós trata-se de uma mudança de fundo que iremos alimentar no futuro, trazendo os cidadãos para os fóruns de discussão.
A aprovação do Orçamento Participativo dá início a um ciclo que combina a Democracia Representativa com a Democracia Representativa.
Desde julho do ano passado que andamos a sensibilizar os nossos parceiros a avançar com o Orçamento Participativo, tendo, inclusivamente, visto a nossa proposta ser recusada pela Freguesia de Oeiras com os votos contra do IOMAF e do PS.
Pessoalmente, aproveitei as Assembleias Municipais para falar com o Presidente Isaltino Morais para o convencer a aprovar a nossa proposta. Ao início a receção não foi a melhor mas depois começou a olhar de outro modo para o assunto. Por fim, converteu-se. Julgo que os esforços de todos foram bem-sucedidos, não só porque estávamos unidos em tono deste objetivo mas também porque o IOMAF se apercebeu que era inevitável trazer o Orçamento Participativo para Oeiras.
Dou os parabéns ao Bernardo Maria Villa-Lobos e ao Alexandre Luz por terem conseguido gerir este processo com uma notável capacidade de confluência de vontades dentro e fora do partido.
O David Alexandre da Silva foi a pessoa que esteve sempre por detrás disto a dar alento e tentando introduzir o OP na Freguesia de Oeiras. Não passou lá mas há de passar. É uma questão de tempo até perceberem que não podem negar ao povo a liberdade que este tanto anseia para fazer as suas próprias decisões.
A implementação do Orçamento Participativo no concelho de Oeiras não apareceu do nada. Tem uma história na qual o PSD tomou a dianteira mesmo sem ser a força maioritária. Este processo não começou agora porque vão haver eleições para o ano. Começou em 2011. Começou com a nova concelhia. Com a união das antigas secções de Algés e Oeiras ganhámos uma força que antes não tínhamos. A JSD aproveitou o novo contexto para cumprir os compromissos que assumiu com os jovens. O PSD aproveitou para, de forma coerente, apresentar um conjunto de ideias que revelam um projeto de futuro consistente e ambicioso.
Vamos continuar a trabalhar com a certeza de que em 2013 os oeirenses irão reconhecer o nosso trabalho. Em 2013 iremos conquistar a Câmara Municipal para podermos dar mais força aos cidadãos, para dar mais força à Sociedade Civil.
Por enquanto, palmilhamos o concelho visitando instituições e apresentamos propostas. Estamos a subir os degraus que nos hão de guiar à Vitória!

